O que a cidade
Sabe de nós, e já esqueceu!
As ruas do centro,
Os bancos das praças,
Foram testemunhas de
Nossos quentes beijos.
O retrovisor do teu carro,
A tua aconchegante cama,
Sabem de todas as tuas promessas.
O meu faro de animal,
Minhas roupas, e tudo
Que em sua presença usei,
Preservam teu cheiro.
Meu instinto de mulher,
Minha razão animalesca,
Te trazem e te expulsam de mim.
O que você
Sabe de nós, e esqueceu!
A rua da tua casa,
A porta do teu quarto,
Foram portais protetores.
Proteção do Cosmos.
O meu corpo a lhe afagar,
O meu amor, o meu respeito.
O que você sabe
E já esqueceu.
Estrada de terra, noite estrelada
Mata fechada, um lugar a chegar.
Que se transforma em ninho de amor
Para lhe aconchegar.
Ainda quero um abraço seu.
O que minha memória
Sabe de nós, e já esqueceu!
Os bancos das praças,
Foram testemunhas de
Nossos quentes beijos.
O retrovisor do teu carro,
A tua aconchegante cama,
Sabem de todas as tuas promessas.
O meu faro de animal,
Minhas roupas, e tudo
Que em sua presença usei,
Preservam teu cheiro.
Meu instinto de mulher,
Minha razão animalesca,
Te trazem e te expulsam de mim.
O que você
Sabe de nós, e esqueceu!
A rua da tua casa,
A porta do teu quarto,
Foram portais protetores.
Proteção do Cosmos.
O meu corpo a lhe afagar,
O meu amor, o meu respeito.
O que você sabe
E já esqueceu.
Estrada de terra, noite estrelada
Mata fechada, um lugar a chegar.
Que se transforma em ninho de amor
Para lhe aconchegar.
Ainda quero um abraço seu.
O que minha memória
Sabe de nós, e já esqueceu!
Nenhum comentário:
Postar um comentário